Seja legal ou adolescentes vão te bloquear

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Seja legal ou adolescentes vão te bloquear. Na verdade, seja legal para ninguém te bloquear mas, um estudo da Acumen Research e TMI Strategy “descobriu” que consumidores mais jovens se sentem pertubados com anúncios que interrompem suas experiência nas redes sociais, mas lidam numa boa com ads que respeitam o espaço online deles. Especificamente, entre mais de 1.300 participantes com idade entre 13 e 25 anos, 66% usa bloqueador de anúncio em pelo menos 1 device.

Você costumar postar muitas fotos do seu filho nas redes sociais? Pense duas vezes.

Um estudo da Universidade de Michigan pediu a crianças e pais que descrevessem as regras familiares relacionadas à tecnologia. Enquanto adultos se preocupam mais com o tempo em que as crianças gastam na internet, cerca de três crianças para cada adulto entrevistado se preocupam mais com o que os pais compartilham nas redes sociais.

Muitos filhos acham que os pais não deveriam publicar nada sobre eles sem que dêem permissão antes.

A mesma pesquisa indica que tanto os filhos como os pais consideram imagens positivas, eventos e novidades mais apropriados para compartilhamento do que os negativos. Isso porque a imagem de uma criança brincando no balanço em um parque, por exemplo, é muito menos provável que repercuta na internet do que um vídeo mostrando algum xilique ou malcriação.

Caso a publicação seja por conta de pais passando por dificuldades e precisando de ajuda para lidar com os filhos, então uma publicação para os amigos pode ser muito útil. Mas é preciso evitar a publicação de nomes nos posts, isso vai ajudar a diminuir as chances de pesquisa posterior na internet.

Perguntar aos filhos se eles consentem às publicações também pode ser uma boa saída. Além de essa ser uma forma de ensinar às crianças como funciona a etiqueta da internet, é também um gesto de respeito ao relacionamento entre pais e filhos.

Pais que compartilharem muitas fotos dos filhos online não lidam só com uma questão de identidade digital, mas também com formação da personalidade da criança. Quando essa exposição se dá porque os filhos brilham em alguma atividade, isso pode pressionar as crianças a buscarem sempre aceitação dos pais e também das comunidades online.

Está começando nas redes sociais? Você precisa seguir 4 passos.

Se você tem um pequeno negócio e quer começar numa rede social mas não sabe o que fazer, aqui vão quatro dicas para você criar um plano de comunicação em redes para sua empresa.

Identifique suas metas, persona e audiência

Para usar as redes sociais e estabelecer uma imagem positiva nas redes, antes de tudo é preciso encontrar os objetivos da comunicação digital para a sua empresa. Você quer aumentar as vendas entre os já clientes? Trazer novos clientes para a empresa? Aumentar os leads? Converter cliques para o seu site? Fazer anúncios para aumentar o número de clientes?

É preciso ter em mente cada um dos objetivos e alinhar o conteúdo produzido com cada uma das metas. Por exemplo, se o seu objetivo é aumentar as vendas entre os já clientes, crie conteúdo que mostre a diversidade dos seus produtos e a função de cada um. Assim, seus clientes poderão conhecer todas as opções que a sua empresa oferece.

Encontre a persona do seu negócio

Para isso, identifique primeiro como você quer que as pessoas percebam o seu negócio, qual a imagem que você quer passar. Escreva uma lista de adjetivos e termos que você quer que sua audiência associe à sua marca e utilize isso para criar um conteúdo que esteja de acordo com esse posicionamento. As palavras, as imagens e as campanhas publicadas deixarão uma impressão sobre sua empresa na mente da audiência.

Descreva também quem é a audiência da sua empresa, faça uma lista de características que identifiquem sexo, idade, segmento profissional, interesses chave e área geográfica, por exemplo. Tendo em mente seu público, ficará mais fácil criar camapanhas direcionadas e criar conteúdo.

Identifique quais redes sociais deve participar

Você não precisa estar presente em todas as redes sociais, mas há redes sociais que são mais utilizadas por uma ou outra indústria (confira aqui qual rede social está mais de acordo com o seu segmento). Você também pode fazer uma pesquisa de mercado e perceber onde seus concorrentes estão por meio de palavras chave relacionadas ao seu negócio ou produto.

Você também deve entender melhor o ambiente de cada rede social para saber se o seu negócio se aplica ali ou não. Por exemplo, Twitter é mais popular para atualizações curtas e em tempo real, enquanto Instagram e Pinterest são mais visuais. Todas as três têm grandes audiências no smartphone.

Encontre a ferramenta de gestão perfeita

Baseado em seu plano de comunicação para redes sociais, faça uma lista de atividades básicas que você precisa e quais ferramentas te darão essa atividade. Você também pode querer uma ferramenta que se integre com seu site ou plataforma de vendas, por exemplo.

Encontrar uma ferramenta em que possa programar publicações, monitorar as interações e medir a eficácia dos anúncios não é uma tarefa fácil, muitas vezes você encontrará uma plataforma para cada atividade, mas com organização tudo é possível. Confira aqui uma lista de plataformas que eu recomendo.

Monitore e meça o que importa

Medir e monitorar de forma crítica a performance da sua rede social é fase importante para trabalhar por seu plano de metas. Mas o que você deve monitorar? Apesar do número de seguidores ser uma métrica bastante sedutora, o que mais importa na gestão de redes sociais é o engajamento com seus posts.

Caso você tenha uma pequena base de amigos/seguidores mas que engajam de forma positiva com a sua marca, você está no caminho certo. As pessoas respondem ao seu conteúdo? Que tipo de reações são dadas às suas campanhas? Quais posts ganham maior engajamento e como você pode maximizar isso? Todas essas informações vão servir para dizer se o seu plano de comunicação está correto ou se precisa ser atualizado.

Monitore também as menções ao seu negócio, cada interação é uma oportunidade de engajamento e quem sabe criar um canal de comunicação direta com a sua audiência. Preste atenção e tente resolver da melhor forma possível as menções negativas, e não deixe de agradecer às positivas. Caso queira se aprofundar, eu fiz um guia de como manter boa reputação nas redes sociais aqui.

Você também deve estar atento às tendências das redes sociais, quais memes estão na moda e quais hashtags são populares no momento. Isso pode te ajudar em criar conteúdo atual para suas redes. Com o tempo, você poderá melhorar a percepção da sua marca e encantar seus clientes com suas redes sociais.

As plataformas de gestão de redes sociais que uso (SET/2016)

Muitos empresários ou estudantes que estão começando com redes sociais têm dúvidas sobre quais plataformas utilizar para programação de conteúdo, monitoramento de perfis e análise de audiência. Por isso, fiz aqui uma lista das plataformas que mais uso atualmente no meu trabalho como social media.

Facebook

Para medir tanto o alcance pago quanto o orgânico das publicações da sua página de Facebook a melhor plataforma é a da própria rede. Você pode acompanhar essas informações no Gerenciador de Páginas e no Gerenciador de Anúncios, basta ser administrador da página.

Instagram

Recentemente o Instagram também lançou um gerenciamento de publicações próprio. O acompanhamento do perfil se dá pelo Instagram Analytics (apenas na versão mobile) com acesso a alcance e posts patrocinados. No entanto, as contas devem estar ligadas a perfis de páginas de Facebook para fazer os anúncios.

Hootsuite

O Hootsuite é uma das melhores ferramentas gratuitas de monitoramento social, para empresas que têm mais de uma mídia como o Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, WordPress, Google + e o Foursquare.

Além de relatórios semanais, é possível cadastrar um time de marketing, enviar mensagens privadas e atribuir tarefas a cada um deles. A versão gratuita permite monitorar até 3 redes sociais simultaneamente.

Um ponto negativo da ferramenta é que ela não monitora mensagens diretas do Facebook e do Instagram.

AgoraPulse

Assim como o Hootsuite, o AgoraPulse é uma ferramenta para o monitoramento de redes sociais, só que monitora mensagens diretas do Facebook e Instagram. Ela é gratuita e possui uma versão paga para empresas.

O ponto negativo é que a plataforma não faz monitoramento de termos.

TweetDeck

O TweetDeck é um velho conhecido dos usuários experientes do Twitter e é uma excelente opção para os iniciantes por ser simples e direto. Com ele, é possível agendar posts, monitorar interações, hashtags e perfis.

Por outro lado, a ferramenta dá muitos bugs e pode ficar sem mostrar as atualizações da conta por muito tempo.

Instamizer

Nenhuma ferramenta que programe publicações no Instagram tem completa autonomia de postagem, apenas o Instamizer (que eu conheça). A maioria delas envia uma mensagem para o celular associado à conta pedindo confirmação para publicação do post.

No Instamizer você pode programar todas as publicações de uma semana, por exemplo, sem precisar confirmar quando entrar no ar. No entanto a ferramenta é paga. O valor do pacote para 1 conta é relativamente baixo e pode valer a pena.

Como microbloggers influenciam de acordo com as redes sociais

Desde que a tênue linha entre celebridades e celebridades de mídias sociais não existe mais, bloggers tornaram-se influenciadores legítimos em praticamente todos os modelos de indústria, afetando o comportamento dos consumidores e servindo como um amigo na hora de testar os produtos.

Recentemente, as marcas vêm buscando microinfluenciadores, bloggers com menos de 100 mil seguidores, para direcionar de forma mais efetiva aos consumidores locais.

Um serviço americano de conecção entre microbblogers e marcas realizou uma pesquisa para entender quais plataformas estão diretamente ligadas com quais indústrias. Influenciadores da indústria de viagens, por exemplo, estão mais presentes no Instagram; enquanto os influenciadores em comida estão mais presentes no Facebook e Pinterest.

Inclusive, bloggers de comida têm em média 4x mais número de seguidores do que qualquer outra indústria. Confira abaixo um infográfico criado pela Adweek.

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