Crônicas,  Marketing digital

Na briga do Instagram com o Snapchat, quem vai sair ganhando?

Nesta terça-feira, 2 de Agosto, o Instagram atualizou seus serviços com algumas novidades. Agora a ferramenta possibilita que a gente publique fotos e vídeos que duram até 24 horas na timeline. Parece que tio Zuckerberg, injuriado por não poder ter comprado o Snapchat e não ficou satisfeito copiou as funções em seu aplicativo. Até o CEO da Instagram veio a público para afirmar a “inspiração”.

Agora dá para publicar fotos e vídeos com intervenções como textos, stickers e filtros. É bem verdade que o stories do Instagram ainda não possibilita filtros de identificação de rosto e geolocalização, mas deve ser só uma questão de tempo.

Mas e o que será que vai acontecer com o Snapchat? Será que ele vai sumir do mapa?
Bom, eu acho que não. Afinal, o que realmente some da internet?

Outros aplicativos já experimentaram esse sucesso e explosão em número de usuários e foram copiados por redes mais genéricas (menos nicho), como é o caso do Facebook que criou lives após o sucesso do Periscope. É o acontece no mercado das mídias, onde uma mídia vai evoluindo e se apropriando das outras. Isso não quer dizer que o Periscope morreu (como eu escrevi em um post há algumas semanas), o Twitter dono do Periscope vem criando parcerias para movimentar a plataforma – uma delas com o Radiohead. A banda está incentivando seus fãs a utilizarem a rede para divulgar vídeos dos shows.

É o que eu acho que vai acontecer com o Snapchat. O Snapchat tem mais de 150 milhões de usuários ativos por dia, mais do que o Twitter (que está aí há 10 anos). Uma imensidão assim não sumirá da noite para o dia. É bem verdade que também não há como ter certeza do futuro da rede, mas pensar de forma otimista é uma das possibilidades para quem não quer ficar órfã da mídia.

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